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Liquid staking: o que é, por que surgiu e por que passou a importar de verdade
Parte do seu capital está em staking. A rede está segura, as recompensas se acumulam, mas o desconforto persiste: esse dinheiro está imóvel. Não pode ser usado como garantia, não participa de outras oportunidades, não circula. Foi dessa tensão que nasceu o liquid staking. Não como moda financeira, mas como resposta a um problema real do proof of stake. Segurança exige capital travado, mas mercados eficientes odeiam capital parado. Em 2025, entender liquid staking deixou de ser curiosidade técnica e tornou-se parte central de como Ethereum, Solana e o ecossistema DeFi funcionam na prática. O problema original do staking tradicional O staking clássico cumpre bem sua função. Você bloqueia tokens, ajuda a proteger a rede e recebe recompensas. O custo é claro: iliquidez. Enquanto seus ativos estão em staking, eles não circulam, não servem como colateral, não participam de outras estratégias. No Ethereum, isso sempre foi explícito. Para operar um validador, são necessários 32 ETH, que ficam bloqueados e sujeitos a regras rígidas de saída. Para o investidor comum, mesmo ao delegar ou usar pools, a lógica permanece: rendimento em troca de imobilização. Em mercados menos voláteis, isso seria aceitável. Em cripto, onde oportunidades e riscos surgem rapidamente, o custo de oportunidade começa a pesar. Você sente isso quando surge uma chance em DeFi, uma necessidade de liquidez ou um evento inesperado, mas o capital está inacessível. Liquid staking nasce exatamente nesse ponto de atrito. O que é liquid staking, sem maquiagem Liquid staking é um mecanismo que permite fazer staking e, ao mesmo tempo, manter um ativo líquido representando essa posição. Em vez de seus tokens ficarem invisíveis e imobilizados, você recebe em troca um token derivativo que representa aquele staking. Na prática, você faz staking de ETH, SOL ou outro ativo em um protocolo específico e recebe um liquid staking token, conhecido como LST. Esse token continua acumulando as recompensas do staking original, mas pode ser transferido, usado como garantia ou integrado a aplicações DeFi. O staking não deixa de existir. Ele passa a operar em segundo plano, enquanto o capital ganha mobilidade. É aqui que o liquid staking deixa de ser um detalhe técnico e passa a impactar todo o ecossistema. Como o liquid staking funciona na prática O funcionamento segue uma lógica relativamente direta, ainda que carregada de implicações. Primeiro, você deposita seus tokens em um protocolo de liquid staking. Esse protocolo se encarrega de realizar o staking na rede base, seja diretamente, seja por meio de operadores validadores. Em troca, o protocolo emite um token que representa sua posição em staking. Esse token reflete o valor do ativo depositado mais as recompensas acumuladas ao longo do tempo. A partir daí, duas coisas acontecem em paralelo. De um lado, seu capital segue em staking, ajudando no consenso e gerando rendimento. Do outro, o LST passa a circular livremente no ecossistema DeFi. Ele pode ser usado como colateral em protocolos de empréstimo, combinado com outras estratégias ou negociado no mercado secundário. Um exemplo concreto que explica tudo O caso mais conhecido é o da Lido Finance. Ao fazer o staking de ETH na Lido, o usuário recebe stETH. Esse token representa o ETH em staking e acumula automaticamente as recompensas da rede Ethereum. O stETH pode ser usado em diversas aplicações DeFi enquanto o ETH original permanece travado no consenso da rede. Segundo dados de plataformas como DefiLlama, a Lido concentra aproximadamente 30 por cento de todo o ETH em staking, tornando-se de longe o maior protocolo de liquid staking do ecossistema. Na prática, isso cria uma camada intermediária poderosa. O Ethereum continua seguro, mas uma parcela significativa do ETH passa a circular de forma indireta pelo DeFi via LSTs. Esse arranjo ajuda a explicar por que o liquid staking deixou de ser nicho e virou infraestrutura. Por que liquid staking passou a importar tanto? O impacto do liquid staking não é apenas individual. Ele altera a dinâmica de todo o ecossistema. Para o usuário, o benefício é claro. Maior eficiência de capital e menos trade-offs entre segurança e flexibilidade. Para o DeFi, o efeito é ainda mais profundo. LSTs se tornam colaterais naturais, carregando rendimento embutido e liquidez simultaneamente. Entre 2024 e 2025, boa parte do crescimento de protocolos de empréstimo e estratégias de yield passou diretamente por LSTs. Eles se tornaram a cola invisível entre staking e DeFi. Isso amplia possibilidades, mas também cria novas dependências. Centralizado versus descentralizado, a escolha real Liquid staking pode ser oferecido por plataformas centralizadas ou protocolos descentralizados. Exchanges centralizadas simplificam a experiência. O usuário delega os ativos, recebe liquidez e confia na plataforma para operar o staking. O custo dessa conveniência é a exposição a riscos de custódia, insolvência e decisões regulatórias. Protocolos descentralizados eliminam o intermediário central, mas introduzem outros riscos. Smart contracts complexos, governança on-chain e maior responsabilidade individual. A escolha não é entre risco e segurança, mas entre tipos diferentes de risco. Não existe opção neutra. Os riscos que o liquid staking adiciona É tentador olhar apenas para os benefícios, mas o liquid staking cria uma nova camada de risco que não existia no staking tradicional: * Risco de smart contract: LSTs dependem de contratos complexos. Bugs, falhas de design ou exploits podem comprometer o ativo derivativo, mesmo que a rede base continue segura. Em um cenário extremo, o staking original pode existir, mas o token líquido perder valor ou liquidez. * Risco de desacoplamento: em teoria, um LST deveria valer quase o mesmo que o ativo subjacente mais recompensas. Na prática, em momentos de estresse, esse vínculo pode se romper. Em ciclos anteriores, ativos supostamente equivalentes chegaram a negociar com descontos relevantes. * Risco sistêmico: quanto mais o DeFi depende de LSTs como colateral, mais sensível ele se torna a problemas nesses tokens. Uma falha em um grande protocolo de liquid staking pode se propagar rapidamente por todo o ecossistema. Liquid staking aumenta eficiência, mas também amplifica interconexões. O liquid staking veio para ficar Há quem veja o liquid staking como uma distorção perigosa do proof of stake. Outros o tratam como inovação inevitável. A realidade é mais pragmática. Liquid staking não elimina riscos, ele redistribui riscos em troca de eficiência. Também não enfraquece o consenso por si só, ele responde a incentivos econômicos reais. Em 2025, grande parte da liquidez do DeFi já passa, direta ou indiretamente, por LSTs. A discussão deixou de ser se isso deveria existir e passou a ser como lidar com isso de forma responsável. Quando liquid staking faz sentido e o que avaliar antes de usar Liquid staking tende a fazer mais sentido em situações específicas: * Você pretende usar seu capital em staking também em DeFi, como colateral em protocolos de empréstimo. * Você quer manter exposição ao ativo e ao rendimento de staking sem perder liquidez em caso de necessidade. * Você entende os riscos de smart contract e está confortável com a possibilidade de desacoplamento temporário. Para usuários mais conservadores, o staking tradicional pode ser mais adequado quando a prioridade é simplicidade, menos pontos de falha e menor interdependência sistêmica. Antes de optar por liquid staking, vale avaliar: * Você confia no desenho do protocolo e nos operadores envolvidos. * Entende como funciona o mecanismo de emissão e resgate do LST. * Está confortável com risco de smart contract. * Compreende a possibilidade de o token derivativo se descolar do ativo base em momentos extremos. Essas perguntas não são burocráticas. Elas definem se o liquid staking está sendo usado como ferramenta consciente ou apenas como reflexo de tendência. Conclusão Liquid staking importa porque revela uma mudança profunda na forma como o capital opera em blockchains proof of stake. Segurança deixou de exigir imobilização total. Ao permitir que ativos em staking circulem, o liquid staking amplia possibilidades e cria novas fragilidades. Não é avanço puro nem desvio perigoso. É uma troca. Compreender essa troca significa aceitar que, em cripto, quase toda eficiência adicional vem acompanhada de um novo tipo de risco. A questão não é se você deve usar liquid staking, mas se entende exatamente quais fragilidades está disposto a aceitar para obter flexibilidade. Avisos Legais * Este conteúdo é fornecido apenas para fins educacionais e informativos e não constitui aconselhamento financeiro, de investimento, jurídico ou fiscal. * As informações apresentadas não devem ser interpretadas como recomendação para comprar, vender ou manter qualquer ativo digital. * Criptomoedas e projetos da Web3 envolvem riscos significativos, incluindo a perda do capital investido, volatilidade de preços, incerteza regulatória e falhas tecnológicas. * O status regulatório de ativos digitais varia por jurisdição. * Conduza sua própria pesquisa e consulte profissionais qualificados antes de tomar qualquer decisão de investimento, se não, faça por sua conta e risco. * As menções a projetos específicos são para fins ilustrativos e não constituem endosso. * O autor não possui interesse financeiro nos projetos mencionados.

O Risco Invisível: Como Identificar Golpes Cripto e Proteger Seus Ativos
Quase ninguém cai em golpes por ingenuidade pura. Na maioria das vezes, o erro acontece em um momento banal, quando a atenção está dividida e a mensagem parece plausível demais para ser ignorada. No universo cripto, onde a responsabilidade é quase sempre individual, esse cenário se torna ainda mais delicado.Conhecer os principais tipos de ataques não significa viver em alerta permanente, mas desenvolver um olhar treinado. É esse repertório básico de segurança que separa o uso consciente da exposição desnecessária. Phishing: Quando a Aparência Engana a Atenção O phishing é o golpe mais recorrente. Ele se manifesta por meio de e-mails, mensagens ou sites que imitam plataformas legítimas para induzir o usuário a fornecer dados sensíveis, como chaves privadas ou seed phrases. Essas tentativas costumam apelar para a urgência, reduzindo o tempo de análise e aumentando a chance de erro.Defesa: Desacelerar. Conferir o endereço do site, evitar clicar em links recebidos por mensagem e lembrar que nenhuma plataforma legítima solicita informações sensíveis diretamente. Rug Pulls: A Puxada de Tapete que Explora a Expectativa Se o phishing se aproveita da distração, os rug pulls exploram o entusiasmo. Ocorre em projetos DeFi ou tokens recém-lançados, onde os desenvolvedores atraem usuários, acumulam liquidez e abandonam o projeto, levando os fundos consigo. A aparência inicial de legitimidade é o que torna o golpe perigoso.Defesa: Avaliar projetos, entender incentivos e desconfiar de promessas de ganhos fáceis. Engenharia Social: O Ataque que Não Usa Código Este golpe se baseia na manipulação de emoções humanas, como medo ou empatia. O golpista pode se passar por um atendente de suporte ou criar um vínculo de confiança antes de solicitar informações críticas.Defesa: Desconfiar de abordagens não solicitadas e lembrar que ajuda legítima não exige acesso a informações críticas. Checklist de Segurança: Hábitos que Reduzem Riscos A segurança no universo cripto depende da repetição de boas práticas:•Verificação de URLs e Contratos: Use ferramentas como o Etherscan para verificar a autenticidade.•Autenticação de Dois Fatores (2FA): Adicione uma camada extra de proteção.•Nunca Compartilhe sua Seed Phrase: Trate-a como a senha mais importante da sua vida.•Due Diligence: Pesquise sobre novos projetos antes de interagir. A Ilusão de que Experiência Garante Imunidade Um erro comum é acreditar que apenas iniciantes são vítimas. O excesso de confiança aumenta a exposição ao risco. A segurança digital depende de vigilância contínua, não de habilidade isolada. Segurança como Base da Autonomia Digital A promessa do ecossistema cripto é o controle direto. Essa liberdade, no entanto, só se sustenta com consciência e disciplina. Ao transformar segurança em hábito, você deixa de reagir ao medo e passa a agir com clareza.

O Arquiteto da Liberdade Digital: A Jornada de Pavel Durov do Telegram à IA Descentralizada
Pavel Durov não é apenas o fundador do Telegram. Ele é a personificação da era da soberania digital, um arquiteto de sistemas que desafia o status quo e coloca a privacidade do indivíduo no centro de tudo. Sua jornada, marcada por conflitos com governos e uma defesa intransigente da liberdade de expressão, oferece um vislumbre do futuro da tecnologia e do poder. Vamos aprofundar essa história. O Início: Da Academia à VK Nascido em uma família de acadêmicos russos e com infância na Itália, Pavel Durov, junto com seu irmão matemático Nikolai, teve desde cedo uma visão global. Após criar um fórum popular em sua universidade, ele fundou a VK em 2006, aos 22 anos. A plataforma se tornou a maior rede social da Rússia, atingindo um valor de $3 bilhões. O sucesso, no entanto, atraiu a atenção do Estado. O Conflito e o Exílio O ponto de virada ocorreu a partir de 2011, quando as autoridades russas começaram a exigir que a VK removesse conteúdos de oposição e entregasse dados de usuários, incluindo manifestantes do Euromaidan e o ativista Alexei Navalny. Durov recusou categoricamente. Sua resistência resultou na venda forçada de sua participação na empresa e, por fim, em seu autoexílio da Rússia, temendo perseguição. Este evento não foi uma derrota, mas a fagulha que deu origem ao Telegram: um aplicativo de mensagens projetado desde o início para ser imune à interferência de governos, com a privacidade como seu alicerce. A Visão Além das Mensagens: TON e a Economia Descentralizada Com o Telegram crescendo para mais de 1 bilhão de usuários e sediado em Dubai, Durov começou a construir a próxima camada de sua visão. Em 2018, arrecadou $1 bilhão para a TON (Telegram Open Network), uma blockchain projetada para integrar uma economia digital diretamente ao aplicativo. Embora o projeto inicial tenha sido interrompido pela SEC, a tecnologia de código aberto foi revivida pela comunidade como The Open Network. A visão persistiu. Em 2025, essa visão culminou no anúncio da Cocoon, uma rede de IA descentralizada na blockchain da TON. O modelo permite que qualquer pessoa contribua com poder computacional (GPUs) e seja recompensada em tokens TON, criando uma alternativa privada e segura aos gigantes da IA centralizada. Um Princípio Inabalável A jornada de Durov é marcada por uma consistência ideológica. Seus confrontos não se limitaram à Rússia; em 2024, ele foi detido na França por acusações de cumplicidade devido à presença de atividades ilícitas na plataforma, sendo liberado sob fiança após se recusar a comprometer a privacidade dos usuários. Seus princípios são claros: * Soberania Individual: Acredita que a liberdade de expressão e a privacidade são direitos fundamentais que a tecnologia deve proteger, não violar. * Descentralização do Poder: Vê as infraestruturas abertas, como blockchains, como um contrapeso necessário ao controle estatal e corporativo. * Minimalismo e Desapego: Foca na liberdade pessoal e no impacto de suas criações, em vez de acumular riqueza material. Ao lado de outras figuras da tecnologia, Durov está moldando uma nova mentalidade: usar a tecnologia não apenas para criar produtos, mas para construir sistemas mais abertos e resilientes. Na Coins.xyz, compartilhamos dessa visão. Acreditamos que o futuro das finanças depende de infraestruturas seguras, acessíveis e que respeitem a soberania do usuário. É por isso que oferecemos acesso a ativos como a TON, permitindo que nossos usuários participem ativamente da economia digital que está sendo construída hoje.
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