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DAOs e o futuro do trabalho

DAOs e o futuro do trabalho

Um novo paradigma organizacional? O mundo do trabalho atravessa uma crise que não é apenas econômica ou tecnológica, mas profundamente simbólica, dado que, à medida que as estruturas corporativas tradicionais se tornam mais rígidas e distantes, cresce a sensação de desalinhamento entre esforço individual, recompensa coletiva e propósito compartilhado. Embora modelos hierárquicos tenham sido eficientes para coordenar grandes massas de trabalhadores ao longo do século vinte, eles passam a revelar limites claros em um contexto no qual o capital intelectual, a criatividade distribuída e a colaboração global em tempo real se tornaram os principais vetores de geração de valor. É nesse cenário que surgem as Organizações Autônomas Descentralizadas, conhecidas como DAOs, não como uma simples inovação operacional, mas como a materialização de um novo ethos organizacional, no qual a coordenação humana deixa de depender prioritariamente de chefias formais e passa a ser mediada por regras transparentes, executáveis por código e validadas coletivamente. Ao contrário de startups convencionais, que frequentemente replicam modelos de poder centralizado sob uma fachada tecnológica, as DAOs propõem uma reorganização mais profunda, questionando quem decide, quem executa e quem, de fato, se beneficia do valor criado. Portanto, quando se fala em DAOs no contexto do futuro do trabalho, não se trata apenas de discutir uma nova forma jurídica ou um arranjo alternativo de governança, mas de investigar como a economia cripto oferece instrumentos para repensar a própria natureza da cooperação profissional, da propriedade e da autonomia em ambientes produtivos cada vez mais digitais e interconectados. A anatomia da DAO Para compreender por que as DAOs representam uma ruptura relevante, é necessário desmontar sua lógica interna, observando como seus componentes se articulam para substituir estruturas hierárquicas clássicas por sistemas de coordenação programáveis. No centro desse modelo estão os contratos inteligentes, que são códigos autoexecutáveis registrados em blockchain e que definem, de forma transparente e imutável, como recursos são alocados, decisões são implementadas e incentivos são distribuídos, reduzindo drasticamente a dependência de intermediários humanos. Associados a esses contratos, surgem os tokens de governança, que funcionam como unidades de participação política e econômica dentro da organização, uma vez que conferem ao seu detentor o direito de votar em propostas, delegar poder ou influenciar os rumos estratégicos da DAO. Embora esses tokens não sejam, necessariamente, equivalentes a ações tradicionais, eles cumprem um papel análogo ao alinhar incentivos individuais ao desempenho coletivo, ainda que introduzem novos desafios relacionados à concentração de poder. Outro elemento central é o tesouro comum, que reúne os recursos financeiros da organização e cuja movimentação depende das regras previamente acordadas e do consentimento coletivo. Diferentemente de caixas corporativos controlados por diretorias restritas, esse tesouro opera sob um regime de transparência radical, no qual qualquer participante pode auditar entradas, saídas e destinações de capital, desde que compreenda a lógica do código subjacente. Nesse arranjo, a subordinação deixa de ser direcionada a indivíduos ou cargos e passa a ser orientada por regras codificadas e pela vontade agregada da comunidade, o que desloca o eixo do poder organizacional para uma combinação de contrato inteligente, consenso distribuído e incentivos econômicos programáveis, redefinindo profundamente o significado de autoridade no ambiente de trabalho. O trabalho desagregado Uma das consequências mais visíveis da adoção de DAOs é a fragmentação do conceito tradicional de carreira, que historicamente esteve associado a vínculos empregatícios de longo prazo, progressão vertical e identidade profissional relativamente estável. À medida que organizações descentralizadas operam de forma modular, baseadas em projetos e tarefas específicas, o trabalho passa a ser organizado em contribuições pontuais, mensuráveis e verificáveis, o que altera tanto a forma de ingresso quanto a lógica de permanência. Nesse contexto, popularizam-se os chamados bounties, que são tarefas ou projetos delimitados, com escopo claro e remuneração previamente definida, permitindo que qualquer pessoa qualificada, independentemente de localização geográfica ou credenciais formais, possa contribuir. Como resultado, o profissional deixa de depender de um único empregador e passa a compor uma renda em mosaico, formada por múltiplas colaborações simultâneas ou sucessivas, distribuídas entre diferentes DAOs. Embora esse modelo amplie significativamente a liberdade individual, uma vez que reduz barreiras de entrada e permite maior controle sobre o próprio tempo, ele também exige um nível elevado de autodisciplina, organização financeira e capacidade de auto apresentação, dado que a ausência de contratos tradicionais transfere para o indivíduo a responsabilidade pela gestão de riscos, previsibilidade de renda e desenvolvimento contínuo de habilidades. Além disso, a lógica de contribuições verificáveis implica que o valor do trabalho deixa de ser medido por horas cumpridas ou presença física e passa a ser avaliado por resultados entregues, registrados de forma pública e imutável. Essa transição, embora promissora, expõe tensões relevantes, pois favorece profissionais capazes de operar de forma autônoma e transparente, ao mesmo tempo em que pode excluir aqueles menos familiarizados com ambientes digitais ou com menor capacidade de se adaptar a fluxos de trabalho altamente fragmentados. Governança e poder Se por um lado as DAOs prometem maior participação e descentralização do poder, por outro elas enfrentam desafios significativos quando o tema é governança em larga escala. A tomada de decisão coletiva, frequentemente realizada por meio de votações tokenizadas, levanta questionamentos sobre eficiência, representatividade e legitimidade, especialmente em contextos nos quais o número de participantes é elevado e o engajamento ativo tende a ser limitado. Um dos riscos mais discutidos é o da plutocracia, dado que, quando o poder de voto é proporcional à quantidade de tokens detidos, indivíduos ou entidades com maior capacidade financeira podem exercer influência desproporcional sobre decisões estratégicas. Embora mecanismos de delegação e modelos híbridos de governança busquem mitigar esse problema, a tensão entre capital e voz política permanece como um ponto sensível. Além disso, existe o desafio da chamada tirania da maioria, na qual decisões populares podem, ainda que legitimadas por votação, prejudicar minorias ou comprometer a sustentabilidade de longo prazo da organização. Para lidar com esse risco, algumas DAOs experimentam sistemas de múltiplas câmaras, quóruns diferenciados e períodos de reflexão antes da execução automática de decisões, reconhecendo que a coordenação humana não pode ser totalmente reduzida a processos algorítmicos simples. Dessa forma, a governança em DAOs deve ser compreendida como um experimento contínuo, no qual se testa, em tempo real, a viabilidade de modelos de democracia digital, buscando equilibrar participação ampla, agilidade decisória e proteção contra abusos estruturais. Identidade e reputação na máquina À medida que o trabalho se desloca para ambientes descentralizados e pseudônimos, a construção de identidade profissional passa a depender menos de currículos tradicionais e mais de registros on-chain de contribuições efetivas. Em vez de diplomas ou cargos anteriores, o histórico de participação em projetos, a qualidade das entregas e o reconhecimento por pares tornam-se os principais indicadores de competência e confiabilidade. Nesse cenário, ganham relevância os chamados Soulbound Tokens, que são tokens não transferíveis associados a uma identidade específica e que podem representar certificações, conquistas ou participações relevantes. Ao contrário de ativos negociáveis, esses tokens funcionam como marcadores de reputação, criando um currículo verificável e resistente a fraudes, uma vez que sua emissão e permanência estão vinculadas a eventos concretos registrados em blockchain. Entretanto, essa transparência radical traz consigo um custo significativo, dado que, quando todas as contribuições são públicas e imutáveis, a privacidade profissional se torna um recurso escasso. Erros, decisões controversas ou períodos de baixa produtividade podem permanecer visíveis indefinidamente, o que levanta questões éticas importantes sobre direito ao esquecimento e possibilidade de reinvenção profissional. Portanto, embora a identidade on-chain simplifique a verificação de competências e reduza assimetrias de informação, ela exige uma nova alfabetização digital, na qual indivíduos aprendem a gerenciar cuidadosamente sua presença pública, equilibrando visibilidade, autenticidade e proteção de dados pessoais em um ambiente cada vez mais transparente. Desafios na fronteira Apesar de seu potencial transformador, as DAOs ainda operam em uma zona de incerteza significativa, especialmente no que diz respeito a enquadramentos jurídicos e fiscais. Em muitos países, não está claro se uma DAO deve ser tratada como uma empresa, uma associação ou uma entidade completamente nova, o que cria insegurança tanto para contribuintes quanto para colaboradores, especialmente em casos de disputas ou responsabilidades legais. Somam-se a isso os riscos técnicos, uma vez que falhas em contratos inteligentes ou ataques maliciosos podem resultar em perdas financeiras substanciais, sem que exista uma autoridade central capaz de intervir rapidamente. Embora auditorias de código e seguros descentralizados estejam em desenvolvimento, a segurança permanece como um dos principais gargalos para adoção em larga escala. Outro ponto crítico é o viés algorítmico, dado que regras codificadas refletem escolhas humanas e podem reproduzir desigualdades ou exclusões de forma automatizada. Uma vez que o código executa exatamente o que foi programado, erros conceituais ou pressupostos enviesados tendem a se perpetuar até que sejam identificados e corrigidos coletivamente, o que exige maturidade institucional e diversidade de perspectivas. Além disso, a ausência de um empregador central implica que mecanismos tradicionais de proteção, tais como benefícios, seguros e mediação de conflitos, precisam ser reinventados em formatos compatíveis com a lógica descentralizada. Esse vácuo institucional, embora estimule inovação, também expõe contribuintes a riscos elevados, especialmente aqueles em início de carreira ou com menor capacidade de absorver perdas. A reinvenção do trabalho Ao observar o conjunto dessas transformações, torna-se evidente que as DAOs representam mais do que uma tendência passageira, configurando uma tentativa ambiciosa de reconfigurar o trabalho como expressão de soberania individual e propriedade coletiva. Ao permitir que participantes possuam, governem e construam simultaneamente, essas organizações desafiam a separação histórica entre capital e trabalho, propondo modelos nos quais a criação de valor e a tomada de decisão caminham lado a lado. Entretanto, esse futuro não se apresenta como uma promessa utópica, dado que está repleto de desafios técnicos, jurídicos e humanos que ainda precisam ser enfrentados com pragmatismo e responsabilidade. A economia cripto, ao oferecer ferramentas para coordenação descentralizada, não elimina conflitos ou assimetrias, mas torna esses problemas mais visíveis e, potencialmente, mais passíveis de solução coletiva. Assim, o futuro do trabalho, na era das DAOs, parece menos relacionado à ideia de ser contratado por uma entidade central e mais conectado à capacidade de se integrar a redes produtivas, contribuir de forma mensurável e possuir uma parcela real do valor gerado. Trata-se de um horizonte em construção, no qual autonomia, cooperação e tecnologia se entrelaçam, convidando profissionais e organizações a repensarem, com os pés no chão, como desejam trabalhar e para quem deseja criar valor. Avisos Legais Este conteúdo é fornecido apenas para fins educacionais e informativos e não constitui aconselhamento financeiro, de investimento, jurídico ou fiscal. As informações apresentadas não devem ser interpretadas como recomendação para comprar, vender ou manter qualquer ativo digital. Criptomoedas e projetos da Web3 envolvem riscos significativos, incluindo a perda do capital investido, volatilidade de preços, incerteza regulatória e falhas tecnológicas. O status regulatório de ativos digitais varia por jurisdição. Conduza sua própria pesquisa e consulte profissionais qualificados antes de tomar qualquer decisão de investimento, se não, faça por sua conta e risco. As menções a projetos específicos são para fins ilustrativos e não constituem endosso. O autor não possui interesse financeiro nos projetos mencionados. Interessado em se manter atualizado com as últimas tendências e oportunidades no mundo do dólar em 2025? Abra sua conta na Coins.xyz agora e fique por dentro das inovações mais recentes do mercado! Cadastre-se aqui Siga-nos em nossas Redes Sociais Conecte-se Conosco: Twitter: https://x.com/coinsxyzbrasil Instagram: https://www.instagram.com/coinsxyzbrasil/ Facebook: https://www.facebook.com/coinsxyzbrasil LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/coins-xyz TikTok: https://www.tiktok.com/@coins.xyzbrasil

Um Ano de Construção: Nosso Compromisso com as Filipinas e Além

Um Ano de Construção: Nosso Compromisso com as Filipinas e Além

À comunidade Coins.ph, À medida que 2025 chega ao fim, sinto um imenso orgulho e gratidão por tudo o que construímos juntos. Neste ano, a indústria global de ativos digitais continuou sua jornada saindo de um período de incerteza rumo a uma nova base definida por utilidade, transparência e valor no mundo real. Na Coins.ph, não apenas navegamos por essa transição - ajudamos a liderá-la. Há mais de uma década, nossa missão é clara: construir um superapp financeiro de referência para as Filipinas e além. Neste ano, essa visão ganhou ainda mais nitidez. Nosso objetivo maior é nos tornar a principal fintech cripto-nativa nos mercados emergentes. Evoluímos de uma plataforma de negociação para uma parte essencial e integrada da vida financeira diária de nossos usuários. Em um mercado dinâmico, nosso foco permaneceu inabalável: criar produtos resilientes, úteis e confiáveis que resolvam problemas reais. Nosso objetivo central é reduzir fricções e ampliar o acesso para usuários de varejo e empresas no mundo real. Atendemos esses clientes construindo a melhor infraestrutura fiat-cripto nos mercados emergentes por meio de licenciamento, tecnologia e liquidez. O verdadeiro progresso é medido não por promessas, mas por execução concreta. Em 2025, nossa equipe com mais de 400 profissionais ao redor do mundo entregou resultados excepcionais que evidenciam nossa crescente utilidade e confiança: Crescimento explosivo nas finanças do dia a dia: O papel da nossa plataforma nas transações cotidianas alcançou uma adoção sem precedentes. O volume total de transações em moeda fiduciária cresceu 283% no acumulado do ano. Isso sinaliza que milhões de pessoas estão escolhendo a Coins.ph como sua carteira principal para as necessidades do dia a dia. Cripto para utilidade, não especulação: Enquanto os mercados oscilaram, a adoção para casos de uso práticos se aprofundou. O volume total de negociação de cripto cresceu 20%, impulsionado de forma significativa pelo uso de stablecoins para remessas mais rápidas e baratas. Nossos depósitos em stablecoins cresceram 64%, refletindo uma clara migração dos usuários para ativos projetados para estabilidade e transferência de valor no mundo real. Uma comunidade global em crescimento: Hoje, temos orgulho de atender 18,6 milhões de usuários registrados em nossos mercados - uma comunidade que se fortalece a cada dia. Nosso crescimento impressionante é sustentado por vantagens estratégicas fundamentais: A. Liderança regulatória pioneira: Com licenças essenciais nas Filipinas (VASP, EMI, câmbio/remessas), a Coins.ph se posiciona como uma das poucas empresas com uma infraestrutura totalmente compatível entre fiat e stablecoins. Estamos acelerando ativamente a aquisição de novas licenças para expandir essa vantagem. B. Posição dominante em um corredor de remessas de US$ 100 bilhões: A Coins.ph detém de 75% a 80% da liquidez peso-stablecoin e está profundamente integrada às Filipinas, um dos maiores mercados globais de remessas para varejo e empresas. Isso impulsiona uma oportunidade de pagamentos transfronteiriços em rápido crescimento a partir do Brasil, Nigéria e outras regiões do Sul Global. C. Modelo de go-to-market (GTM) replicável: Nosso modelo GTM é sustentado por uma pilha tecnológica globalmente escalável, permitindo replicar nosso sucesso com eficiência de capital. Após nossa forte presença nas Filipinas, planejamos lançar na América Latina, África e Europa usando um playbook local comprovado. Cada novo mercado licenciado se tornará um hub local fiat-stablecoin, viabilizando liquidação 24/7 e pagamentos programáveis. D. Flywheel entre empresas e varejo: Nosso flywheel entre empresas e varejo cria um ecossistema poderoso e auto-reforçado. O engajamento e a liquidez da nossa base de varejo atraem clientes corporativos em busca de soluções de pagamento eficientes e de alto volume. Em contrapartida, a estabilidade e a profundidade transacional dessas parcerias empresariais aprimoram a utilidade, a confiabilidade e a experiência geral de cada usuário de varejo. Esse ciclo virtuoso é impulsionado por nossa plataforma unificada de carteira, exchange e payouts. Os Pilares do Nosso Progresso: Inovação, Compliance e Confiança Nossas conquistas neste ano se baseiam em três pilares centrais que definem nossa abordagem: inovação prática, compliance proativo e confiança conquistada. 1. Expansão estratégica e inovação de produtos Expandimos nossa presença global com hubs no Brasil, Tailândia, Austrália, Maurício, Nigéria e União Europeia por meio da Coins.xyz. Isso não é apenas crescimento geográfico; é uma rede de talentos e inovação que alimenta nosso núcleo. Esse motor global possibilitou o lançamento de soluções B2B críticas: A. Coins WebPay: Permite que comerciantes integrem nossa carteira para checkout instantâneo e seguro. B. Portal Business: Oferece às empresas um painel unificado para gerenciar cripto e pagamentos em escala. Essas ferramentas estão conectando ativos digitais ao comércio do dia a dia, hoje. 2. Liderança regulatória como base da confiança Após falhas passadas da indústria, transparência e compliance proativo são inegociáveis. Acreditamos que a regulação, quando bem feita, protege os usuários e viabiliza a inovação responsável. Neste ano, alcançamos marcos históricos: A. Concluímos com sucesso a participação no Sandbox Regulatório do BSP para o PHPC, nossa stablecoin atrelada ao peso filipino. Esse marco valida a robustez, a segurança e a conformidade do PHPC — abrindo caminho para que ele se torne um motor central da futura economia digital do peso. B. Para proteger nossa comunidade, formalizamos a parceria com o Grupo Anticrimes Cibernéticos da Polícia Nacional das Filipinas, por meio da assinatura de um Memorando de Acordo, fortalecendo esforços conjuntos para garantir um ambiente digital seguro. 3. Construindo alianças que ampliam a utilidade Nenhuma empresa constrói o futuro sozinha. Nossas parcerias estratégicas são desenhadas para multiplicar o acesso e o poder dos nossos usuários: A. Com parceiros como Hashkey e BCRemit, entre outros, fortalecemos corredores globais de remessas, tornando as finanças transfronteiriças mais simples. B. De forma especialmente empolgante, nossa parceria estratégica com a Ronin (sujeita a aprovações regulatórias) conectará o Web3 ao comércio tradicional. O objetivo é permitir que usuários da Ronin Wallet utilizem PHPC em mais de 600.000 comerciantes habilitados com QRPH nas Filipinas, conectando de fato os ativos digitais à economia real. 2026 e Além: O Ano da Utilidade e da Escala Olhando para o futuro, vejo 2026 como o ano em que a visão se encontra com a execução em escala. O foco da indústria migrará de forma definitiva da especulação para a utilidade, e a Coins.ph está posicionada na linha de frente. Nosso roadmap é claro: Popularização do PHPC: O lançamento em escala total da nossa stablecoin regulada, PHPC, é nossa principal prioridade. Ela é a chave para destravar uma economia digital do peso que reduz custos e fricções para milhões de pessoas, desde pagamentos domésticos até remessas internacionais. Expansão global estratégica: Com base no nosso impulso, entraremos em novos mercados na África e na América Latina, exportando nosso modelo de finanças digitais acessíveis e orientadas à utilidade. Investimento em educação e comunidade: Lançaremos o Bitcoin College Builder Program, fortaleceremos o Coins Ambassador Program e faremos parceria com a Polkadot em uma iniciativa nacional de educação sobre stablecoins. Uma comunidade informada é uma comunidade empoderada. Uma Palavra Final de Confiança O caminho da inovação nunca está livre de desafios ou ruídos externos. Ainda assim, minha confiança em nossa equipe, em nossa missão e na utilidade inegável do que estamos construindo nunca foi tão forte. A Coins.ph foi construída para resiliência e propósito. Não somos meros participantes da evolução financeira das Filipinas e dos mercados emergentes; somos construtores comprometidos de sua infraestrutura. Obrigado pela confiança e por fazer parte desta jornada. Que 2026 seja definido por construção, utilidade e crescimento compartilhado. Atenciosamente, Wei Zhou Chief Executive Officer Coins.ph

Blockchain vs. SWIFT: A Batalha pela Eficiência Financeira Global

Blockchain vs. SWIFT: A Batalha pela Eficiência Financeira Global

Contextualizando os Sistemas de Transferência Financeira O Society for Worldwide Interbank Financial Telecommunication (SWIFT), fundado em 1973 na Bélgica como uma cooperativa sem fins lucrativos, opera como uma rede global de mensagens seguras e padronizadas, conectando mais de 11.000 instituições financeiras em mais de 200 países e territórios. Inicialmente projetado para substituir transferências telegráficas ineficientes, o SWIFT evoluiu para facilitar instruções de pagamentos transfronteiriços, incluindo valores mobiliários, com foco em padronização e segurança, processando bilhões de mensagens anualmente. Em contraste, a blockchain representa um livro-razão distribuído (distributed ledger technology, DLT), introduzido em 2008 com o Bitcoin por Satoshi Nakamoto, que opera em redes descentralizadas para registrar transações de forma imutável, transparente e resistente a manipulações por terceiros. Essa tecnologia não apenas digitaliza ativos financeiros, mas introduz uma "quarta dimensão" (4D) de interações, incorporando tempo (timestamps imutáveis), espaço (distribuição global) e relações (consenso peer-to-peer), desafiando paradigmas centralizados como o SWIFT. História e Operações: Evolução Comparativa O SWIFT emergiu na década de 1970 para mitigar riscos de segurança e erros em transferências telegráficas, tornando-se operacional em 1977 e alcançando 10 milhões de mensagens em seu primeiro ano. Sua arquitetura centralizada facilita comunicações seguras entre bancos, mas depende de intermediários, resultando em tempos de processamento de 1-5 dias úteis e custos elevados devido a taxas de correspondentes bancários. Por outro lado, a blockchain, como implementada em protocolos como Bitcoin ou Ethereum, utiliza mecanismos de consenso como Proof-of-Work (PoW) ou Proof-of-Stake (PoS) para validar transações em blocos encadeados, garantindo imutabilidade via hashing criptográfico e distribuição em nós globais. Essa abordagem descentralizada permite liquidações em minutos, com throughput superior – blockchains processam até 6 vezes mais transações por segundo que o SWIFT em cenários otimizados – e maior eficiência energética em variantes PoS. Eficiência e Sustentabilidade: Uma Análise Crítica A sustentabilidade do SWIFT como modelo de transferências financeiras é questionada em um ecossistema cada vez mais digitalizado. Embora o SWIFT processe trilhões em valores diariamente, sua dependência de intermediários eleva custos (média de US$20-50 por transação) e introduz atrasos, contrastando com blockchains que reduzem fees via eliminação de gatekeepers, alcançando custos inferiores a US$1 em redes como Ripple ou Solana. Em termos de segurança cibernética, o SWIFT implementou arquiteturas aprimoradas pós-ataques como o de Bangladesh em 2016, mas permanece vulnerável a falhas centralizadas, enquanto blockchains oferecem resiliência distribuída, com imutabilidade garantida por criptografia assimétrica e consenso descentralizado. No entanto, blockchains enfrentam desafios regulatórios e de escalabilidade, como congestionamento em redes como Ethereum, embora soluções layer-2 mitiguem isso. Implicações Geopolíticas: Sanções, Confiscos e Adoção Soberana O conflito na Ucrânia em 2022 expôs vulnerabilidades do SWIFT, com sanções dos EUA e UE excluindo bancos russos da rede, levando ao congelamento de ativos e confisco de reservas estrangeiras russas estimadas em US$300 bilhões. Isso impulsionou o uso de criptomoedas na Rússia para evasão de sanções, com exchanges como Garantex facilitando transações em USDT e BTC, apesar de blacklists ocidentais. Em contraste, El Salvador, sob o presidente Nayib Bukele, adotou o Bitcoin como moeda legal em setembro de 2021 para promover inclusão financeira, adquirindo reservas estatais e incentivando remessas via Chivo Wallet, embora a adoção popular permaneça baixa (cerca de 20% da população). Nos EUA, o retorno de Donald Trump à presidência em 2025 culminou no Executive Order 14233, estabelecendo uma Reserva Estratégica de Bitcoin com compras iniciais de 1 milhão de BTC, sinalizando integração institucional de criptoativos para hedging contra inflação e diversificação de reservas. Pós-Pandemia: Descentralização e Novos Atores Econômicos A pandemia de COVID-19 acelerou o escrutínio de sistemas centralizados, destacando fragilidades em fluxos financeiros tradicionais e impulsionando a adoção de cripto por traders, desenvolvedores e usuários comuns, redefinindo-os de "marginais" para inovadores em proteção patrimonial. Empresas como Tether, emissora do USDT, acumularam US$135 bilhões em Treasuries dos EUA até outubro de 2025, superando holdings de nações como a Coreia do Sul e posicionando-se como o 17º maior detentor de dívida americana, ilustrando a interseccionalidade entre stablecoins e finanças tradicionais. Essa obsolescência percebida do SWIFT é evidenciada por iniciativas como o SWIFT GPI para acelerações, mas blockchains oferecem autonomia via hardwallets e smart contracts – acordos autoexecutáveis imutáveis, análogos a cláusulas pétreas constitucionais, eliminando terceiros. Rumo a uma Dimensão Híbrida e Descentralizada Embora o SWIFT mantenha relevância em ecossistemas regulados, sua centralização contrasta com a resiliência da blockchain, que, em seus 17 anos de existência (desde 2008), emergiu como ferramenta imutável para transferências, promovendo liberdade financeira e desafiando hegemonias tradicionais. Eventos geopolíticos e adoções soberanas sugerem uma transição para modelos híbridos, onde blockchains não apenas substituem, mas expandem dimensões sociais e políticas, democratizando o poder econômico e surpreendendo com inovações futuras. 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